Qual a quantidade de água que devemos beber todo dia?

Somos bombardeados atualmente por uma série de mensagens dizendo que devemos tomar litros de água todos os dias, o que seria o grande segredo para se ter uma ótima saúde.

O conselho que mais ouvimos é a “REGRA dos 8 x 8”: a recomendação não oficial de que devemos tomar oito copos de 240ml de água por dia, o que equivale a pouco menos de dois litros, além de quaisquer outras bebidas.

Essa “regra“, no entanto, não é respaldada cientificamente, e tampouco as diretrizes oficiais do Reino Unido ou da União Europeia dizem que devemos beber tanta água assim.

Não há dúvida de que a Água é importante.

A água, que representa cerca de dois terços do nosso peso corporal, transporta nutrientes e resíduos ao redor do organismo, regula a temperatura, desempenhando uma função fundamental e da maior importância na maioria das reações químicas que ocorrem dentro da gente.

Estamos constantemente perdendo água por meio do suor, da urina e da respiração. Garantir que temos água suficiente é essencial para evitar a desidratação. Os sintomas da desidratação podem se tornar detectáveis quando perdemos entre 1% a 2% da água do nosso corpo. Entre eles, estão: urina amarela escura, cansaço, tontura, secura na boca, nos lábios ou nos olhos, urinar menos de quatro vezes ao dia.

Qual o sintoma mais comum? Sentir sede!

O controle da hidratação é uma das coisas mais sofisticadas que desenvolvemos na evolução. Em um corpo saudável, o cérebro detecta quando o organismo está desidratado e ativa a sede para estimular que a gente beba água. Também libera um hormônio que envia sinais aos rins para conservar água concentrando a urina. Se você OUVIR seu CORPO, ele vai te avisar quando estiver com sede, igual como ocorre com a fome.

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Afinal, quanta água devemos beber?

O sistema de saúde público do Reino Unido (NHS) recomenda beber entre SEIS a OITO COPOS de líquido por dia, incluindo leite com baixo teor de gordura, e bebidas sem açúcar, como chá e café. É importante lembrar que nossos mecanismos de sede perdem a sensibilidade quando passamos dos 60 anos e nos tornamos mais propensos à desidratação do que os mais jovens.

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