Estudo comprova: Caminhar faz bem à saúde e aumenta a sobrevida

Quantos passos a pessoa deve dar ao dia para garantir uma boa saúde?

Um novo estudo sobre atividade e mortalidade de mulheres mais velhas concluiu que pode ser bem menos do que a maioria acredita, e que mesmo um pequeno aumento já faz muita diferença.

Este ESTUDO se mostra crítico em relação à validade, utilidade e origem do famoso objetivo dos “dez mil passos” presente em tantos telefones e monitores de atividade – e sugere que, na verdade, qualquer movimento, contando ou não como exercício, pode ajudar a prolongar a vida.

Por que se exercitar?

CAMINHAR e praticar outros tipos de ATIVIDADE FÍSICA são indispensáveis para o bem-estar. Estudos mostram que as pessoas ativas têm MENOS incidência de doenças cardíacas, obesidade e Diabetes tipo II, e geralmente VIVEM MAIS que os sedentários. O que ainda deixa muita gente em dúvida é a frequência e o volume dos exercícios, bem como a intensidade.

A diretriz oficial de atividade física dos EUA e muitos outros países aconselha que os adultos completem no MÍNIMO 150 MINUTOS de exercícios moderados, como a caminhada, por semana. Essa recomendação, no geral, se baseia em estudos anteriores.

O ESTUDO reuniu as informações de mais de 17 mil participantes, a maioria de septuagenárias, e nenhuma delas relatou problemas graves de saúde. Mulheres que se movimentaram MENOS, dando apenas cerca de 2.700 passos por dia, provaram ter MAIS probabilidade de morrer no período de acompanhamento posterior. Já as que se mexeram MAIS, com algo em torno dos 7.500 passos diários, provaram correr um RISCO consideravelmente MENOR de sofrer uma morte prematura.

Por outro lado, os dados também mostraram que o número ideal variava em torno dos 4.500 PASSOS. A mulher que atingia esse limite tinha 40% menos chances de morrer no período posterior, de acompanhamento.

“Ficamos surpresos ao constatar que um número relativamente baixo de passos estava associado a tamanha redução na mortalidade”, admite o autor.

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É claro que o estudo se limita à relação das mulheres mais velhas versus a mortalidade, donde é impossível saber se as mesmas descobertas se aplicariam a homens mais velhos ou pessoas mais jovens. 

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