Inseminação artificial Intrauterina

Auxílio para promover uma fecundação

A inseminação artificial intrauterina (IIU) envolve a deposição de purificado de espermatozóides diretamente na cavidade uterina, sincronizada com a ovulação, em um ciclo natural, ou com estimulação ovariana.

A Indução da ovulação na IIU é feita de modo artificial aumentando assim a efetividade do método, a taxa de gravidez, mas também eleva a possibilidade de gestação múltipla (gemelar).

As taxas de sucesso são muito variáveis entre 5% e 70%. Trata-se de uma opção barata, tecnicamente fácil, e eficaz no arsenal das tecnologias reprodutivas. Portanto, são assim nomeadas “Técnica de Baixa Complexidade”.

Opções de inseminação artificial intrauterina

A inseminação artificial intrauterina pode ser indicada em casos onde o casal não consegue obter a gestação após 6 meses a 1 ano de tentativas de modo natural, espontâneo como com o “coito programado” no período fértil da mulher.

Outra indicação seria em casos de ESCA – esterilidade sem causa aparente, que pode ocorrer em cerca de 10% dos casais. Neste caso incluem-se a esterilidade por fator imunológico e a má qualidade espermática.

Será chamada de “Homóloga” quando se usa sêmem do parceiro, ou de “Heteróloga” com sêmem de um doador, esta última indicada em casos de parceiro com azoospermia irreversível, ou com distúrbio hereditário-genético que confira alto risco de transmissão à prole.

Na inseminação intrauterina homóloga (IIH), quando ocorre uma diminuição muito acentuada da quantidade de espermatozoides do parceiro, nos casos de oligospermia severa ou azoospermia, do material seminal já processado, então, nestas situações, recomenda-se passar para a fertilização in vitro (FIV).

Geralmente podem ser feitas 3 tentativas de IIU antes de se passar para outros procedimentos mais complexos e caros.

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